Crítica | Donzela: O filme de Millie Bobby Brown

Millie Bobby Brown encanta nos primeiros minutos de Donzela, com sua versatilidade artística, nos levando a ter o interesse em acompanhar seus passos.

Novamente, Millie Bobby Brown embarca como protagonista e produtora executiva em mais uma aventura encabeçada pela Netflix. “Donzela”, o novo longa da plataforma, traz a atriz na pela de uma princesa em um mundo fantástico e cheio de ação.

Millie Bobby Brown vive a princesa Elodie, uma jovem que se vê na necessidade de se casar com um príncipe de um reino afastado, em troca de ajuda para salvar suas terras. O que ela não imaginava era que esse casamento a tornava parte de um sacrifício que vinha de gerações, como forma de silenciar um terrível dragão que habitava os arredores daquele reino.

Pois bem, para aqueles que não tiveram contato com os materiais de divulgação de “Donzela“, os primeiros acontecimentos do filme despertarão o seu interesse em continuar a acompanhar a jovem princesa. É fato que o primeiro ato é muito bem desenvolvido, principalmente em relação aos personagens que cercam a vida da protagonista. 

Millie Bobby Brown encanta nos primeiros minutos, com sua versatilidade artística, nos levando a ter o interesse em acompanhar seus passos. A relação com sua família, e principalmente com a sua irmã, impõe uma característica interessante ao personagem que é presente até os momentos finais do filme. 

Donzela protagonizada por Millie Bobby Brown
Donzela

Com certeza, Millie Bobby Brown faz muito com muito pouco! Mesmo que a atriz traz algumas referências de personagens que viveu em outros projetos, que de certa forma funciona aqui, há momentos em que a atriz brilha, garantindo assim a  atenção do público e a relevância do projeto. 

O problema é que, como a atriz, o restante do elenco não possui material suficiente para sair do conveniente. Mesmo com nomes interessantes, como Angela Bassett e Robin Wright, ambas não se desenvolvem em nenhum momento, entregando apenas arquétipos impostos inicialmente em suas personagens. 

Está claro que Juan Carlos Fresnadillo e Dan Mazeau se propuseram a entregar um projeto cheio de referências e nos moldes de sucesso da Netflix. E analisando dessa forma, tenho a dizer que funciona. O longa engata um bom início, há um bom trabalho nos efeitos especiais e consegue o feito de ter Brown como protagonista. Mesmo que falte uma certa originalidade, as referências a Game of Thrones e O Senhor dos Anéis, acabam sendo bem vindas, ainda que bem sutis e em outra escala de produção e propósito. 

Donzela é um filme Netflix e nada mais que isso. Ou seja, tem uma narrativa funcional, bons momentos de ação e principalmente uma estrela formada pela própria plataforma. E quando analisando o cenário em que está inserido, é fato que o projeto terá seu sucesso,  o apelo vindo dos fãs que consomem a Netflix e que apreciam os trabalhos de Millie Bobby Brown

Veja o trailer:

Donzela você confere com exclusividade no catálogo da Netflix.

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Lucas Almeida
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