Crítica | Metroid Dread e o retorno glorioso da franquia3 minutos

Samus Aran, a caçadora de recompensas mais famosa da Nintendo, finalmente tem sua chance de brilhar no Nintendo Switch. Confira a crítica.

Enfim, a nova aventura da caçadora de recompensas espacial mais famosa da Nintendo, Samus Aran, chegou ao Nintendo Switch no dia 08 de outubro. Conheça Metroid Dread.

Crítica Metroid Dread

Lançado dezenove anos após o último jogo da franquia principal de Metroid, o jogo traz tudo o que os fãs esperavam.

O jogo faz jus à criação do nome Metroidvania

Existe um motivo para os jogos similares serem chamados de Metroidvanias, pois a exploração do mapa e o retorno a áreas previamente exploradas com novos upgrades são essenciais. E Metroid Dread traz tudo isso de volta à franquia, aumentando o desafio com a dificuldade.

Designs de fases espetaculares e combate fluido são somados à experiência, fornecendo desafios até aos fãs mais assíduos da franquia, mas sem intimidar novatos.

Cenário espacial do jogo, mostrando Samus e algumas naves ao fundo.
Um dos muitos cenários incríveis de Metroid Dread.

Samus é atraída ao planeta ZDR e atacada por um inimigo misterioso que remove todas as habilidades da protagonista. Agora, ao contrário do que ocorre nos outros jogos principais, Samus deve fazer a jornada das profundezas do planeta até sua nave.

Perseguida pelos E.M.M.I., robôs programados para eliminá-la, ela ainda se encontra enfraquecida, não tendo a menor chance de acabar com eles de imediato. Isso faz jus ao nome do título (dread em inglês significa horror, medo, terror).

Portanto, as sequências de perseguição dos E.M.M.I. são intensas e você deve evitar chamar a atenção das máquinas até a Caçadora de Recompensas conseguir poder o bastante para eliminá-las.

E.M.M.I. em Metroid Dread
Samus após derrotar um E.M.M.I. em Metroid Dread.

Apesar de difícil, a exploração e combate de Metroid Dread estão excelentes. A frustração de ser derrotado vem mais pelo fato de que você sabe onde errou e deve tentar melhorar suas habilidades para não perder do mesmo jeito.

Metroid Dread e o Nintendo Switch OLED

Ainda que não diretamente ligada, a estreia de Metroid Dread veio junto com o lançamento do Nintendo Switch OLED (ainda não lançado no Brasil).

A tela, há muito tempo solicitada pelos fãs da Nintendo, e as melhorias no console casam perfeitamente com o jogo.

Seja no modo portátil ou no dock, o jogo está lindo, inclusive nas telas de loading, quando Samus passa de um mapa a outro.

Loading Screen Metroid Dread
Tela de loading de Metroid Dread.

Relativamente curto para os padrões atuais (8-12 horas), Metroid Dread entrega com excelência tudo a que se propõe.

A história se encaixa perfeitamente e traz uma reviravolta excelente, que trará repercussões para os próximos jogos (tomara que leve menos de 19 anos dessa vez).

Assim, Metroid Dread foi um retorno triunfal de uma franquia da Nintendo, já batendo recorde de vendas da série. Felizmente, o jogo vale cada centavo investido e mal vejo a hora de terminar esta crítica e começar um novo jogo.

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Danilo Profirio
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