In-Edit Brasil | Festival anuncia programação oficial da 13ª edição!40 minutos

O In-Edit Brasil acontece de 16 a 27/06, e homenageia o diretor D.A. Pennebaker. Este ano, o festival traz mais de 50 títulos nacionais e internacionais, debates, shows e uma masterclass.

O IN-EDIT BRASIL – Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de forma online, de 16 a 27 de junho, com mais de 50 filmes nacionais e internacionais inéditos no circuito comercial, anuncia a programação de 2021.

Pelo segundo ano consecutivo, devido à covid-19, o In-Edit Brasil acontece de forma online, alcançando todo território nacional. Toda a programação estará disponível no site e na plataforma do festival. Parte da programação estará disponível também na plataforma do Sesc Digital, e no canal Tamanduá, com acesso gratuito. A partir de 28 de junho até 28 de setembro, 11 títulos do Panorama Brasileiro ficarão disponíveis na Spcine Play, também com acesso gratuito.

Banner do In-Edit Brasil com saci sentado ao sofá, assistindo TV e comendo pipoca - Otageek
Banner do 13º Festival Internacional do Documentário Musical. Fonte: In-Edit Brasil.

Todos os filmes do Panorama Brasileiro, os debates e os shows desta edição terão acesso gratuito através do site, da plataforma e das redes sociais do festival. Já o acesso aos filmes do Panorama Mundial terão custo simbólico de R$ 3,00. Como já aconteceu na edição do In-Edit Brasil de 2020, toda a receita arrecadada este ano será revertida em prol de projetos sociais de amparo a pessoas especialmente afetadas pela pandemia.

O grande homenageado desta edição é o diretor D.A. Pennebaker, considerado um dos maiores nomes do documentário mundial de todos os tempos, e um dos pioneiros do “Cinema Direto”. O festival apresenta dois clássicos da fase musical do cineasta, o lendário “Dont Look Back” (1967), sobre a turnê inglesa de Bob Dylan, e “Monterey Pop” (1968), sobre o evento que inaugurou a era dos grandes festivais de rock, além de curtas metragens pouco conhecidos do diretor. Completando a homenagem, o In-Edit convida a premiada diretora Chris Hegedus, sua viúva e parceira artística, para um bate-papo virtual sobre a carreira e obra do diretor.

Chris Hegedus segurando câmera - Otageek
Chris Hegedus é um dos nomes mais importantes a passar pelo In-Edit Brasil, falando sobre as obras de Pennebaker. Fonte: Pennebaker Hegedus Films.

O festival celebra mais um ano com uma notável safra de documentários musicais no Panorama Brasileiro, apesar da crise no setor. Divididos em Competição NacionalMostra Brasil Curtas Brasileiros, os filmes apresentam personagens como João Ricardo (Secos & Molhados), Jair RodriguesLuiz Melodia, Chico Mário (irmão de Henfil e Betinho), Alzira E, o revolucionário maestro e compositor José Siqueira, o rapper Speedfreaks, a banda Made In Brazil, o road movie com Yamandu Costa e o guitarrista argentino Lúcio YanelZeca Baleiro desvendando os sons do Maranhão, hip hop nacional (com Marcelo D2, Mano Brown, Karol Conká), entre outros.

João Ricardo, do Secos & Molhados, segurando violão em um teatro - Otageek
Secos e Molhados é um dos documentários desta edição do In-Edit Brasil. Fonte: In-Edit Brasil.

Já no Panorama Mundial, o festival traz 22 títulos inéditos, sobre artistas contemporâneos e que marcaram a música internacional das últimas décadas, entre eles, a banda dinamarquesa Lukas Graham, a pioneira do rock Suzi Quatro, o DJ MOBY,  o cantor Phil Lynott (da banda Thin Lizzy), a banda inglesa IDLES, o cantor Shane MacGowan (vocalista da banda The Pogues),  o cantor Shannon Hoon (da banda Blind Melon), o cantor chileno Jorge Farías (El Negro Farías), Poly Styrene (vocalista da banda X-Ray Spex), e  a banda pop The Go-Go’s, que entrou para a história da música como a primeira, e até hoje a única, banda formada só por mulheres a chegar ao 1º lugar nas paradas de álbuns mais vendidos da lista da  Billboard.

Programação Paralela conta com debates com convidados nacionais e internacionais, uma masterclass com o cineasta Marcelo Machado, e shows inéditos, concebidos em diálogo com os filmes da programação, com a participação de artistas como Alzira EDJ Hum, a banda Made in Brazil, o grupo Gritando HC, além de uma homenagem musical ao maestro e compositor José Siqueira.

O IN-EDIT BRASIL 2021 conta com patrocínio máster de Colombo Agroindústria, o patrocínio do Itaú, da Spcine e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e é uma realização conjunta do Sesc SP, da In Brasil Cultural e do Ministério do Turismo e Governo Federal. A programação é de classificação indicativa LIVRE para todos os públicos.

Confira a programação!

Panorama Brasileiro

Competição Nacional

Alzira E – Aquilo que Eu Nunca Perdi

Marina Thomé, Brasil, 2021, 84 min.

Alzira Espíndola é uma das artistas mais singulares que o país já produziu. Nascida e criada no Pantanal, cercada por cantos de pássaros (assim como sua irmã, Tetê), ela mudou-se para São Paulo, com cinco filhos a tiracolo e muito talento para marcar seu nome na Vanguarda Paulistana. Entre ensaios, gravações, shows e a vida em família, Alzira nunca perdeu a força e o talento que lhe move.

Canto de Família

Paula Bessa Braz e Mihai Andrei Leaha, Brasil, 2020, 74 min

Criados em uma das mais violentas periferias de Fortaleza, os irmãos Cruz tiveram suas vidas moldadas pela música a ponto de seus pais transformarem a casa onde vivem em uma escola. Filhos e netos de músicos, eles se dedicam a seus instrumentos e buscam na arte uma forma de transpor horizontes. As composições e arranjos incríveis desses jovens encantam quem passa por eles, seja em Fortaleza, Rio de Janeiro ou onde quer que eles se apresentem.

Chico Mário – A Melodia da Liberdade

Silvio Tendler, Brasil, 2020, 100 min

Francisco Mário de Sousa tinha tudo para ser ofuscado por dois de seus irmãos: o cartunista Henfil e o sociólogo Betinho. Mas foi na música que ele descobriu sua maneira de se expressar e de olhar o mundo. Inquieto e dedicado, tornou-se um grande violonista e estudou o Brasil a fundo para compor inúmeras canções para violão e orquestra. Sua paixão pela música era tanta que chegou a criar o Método Musical de Cores para Crianças. O cineasta Silvio Tendler nos traz esta história, com a participação da Orquestra Ouro Preto, Lenine, Bárbara Paz e dos filhos do músico, Marcos e Karina.

Dois Tempos

Pablo Francischelli, Brasil, 2020, 88 min

O diretor Pablo Francischelli nos traz um roadmovie, tendo como protagonistas os violonistas Yamandu Costa e Lucio Yanel e um velho motorhome. Mas este encontro não é ao acaso. O argentino Yanel foi mestre de Yamandu e aqui eles se reencontram, muitos anos depois, para viajarem rumo ao sul, em direção a Corrientes, cidade natal de Lúcio, para se apresentarem em um festival. As conversas, o silêncio, as paisagens, a música e o chimarrão compõem este delicado relato.

Jair Rodrigues – Deixa que Digam

Rubens Rewald, Brasil, 2020, 100 min.

O sorriso, a irreverência e a versatilidade transformaram Jair Rodrigues em um dos cantores mais importantes do Brasil. Jairzão – como era conhecido – deu vida a canções que ficaram marcadas no inconsciente popular e encheu de alegria a casa de milhões de brasileiros por décadas com suas aparições televisivas. Neste filme dirigido por Rubens Rewald, conhecemos sua história de vida, seus sucessos, sua generosidade e os anos em que foi ignorado mas que seguiu produzindo com os filhos. Um retrato do Brasil que amamos e que não queremos esquecer.

Paulo César Pinheiro – Letra e Alma

Andrea Prates e Cleisson Vidal, Brasil, 2021, 85 min

A vida de um dos principais letristas do país contada em primeira pessoa. Paulo César Pinheiro abre sua casa para falar sobre suas origens, referências literárias, seu encontro com a poesia e o que lhe deu “régua e compasso”. Com parcerias e intérpretes como Baden Powell, Clara Nunes, João Nogueira, Elis Regina, Tom Jobim, entre tantos outros, Paulo César Pinheiro é um pilar fundamental na música brasileira.

Secos & Molhados

Otávio Juliano, Brasil, 2021, 90 min.

O grupo musical Secos & Molhados foi um dos principais nomes na década de 70 e vem encantando e influenciando gerações desde então. Durante os anos de chumbo da ditadura, ser pop e ser andrógino, sexual e político era coisa para pouquíssimos, e os Secos foram tudo isso. Neste documentário de Otávio Juliano, temos João Ricardo, o criador da banda, fazendo algo que nunca fez: contar sua história. Com o Teatro Municipal de São Paulo vazio a seus pés, ele conta sua infância, a iniciação musical, a criação dos Secos & Molhados, a estreia, o sucesso e as brigas.

Swingueira

Bruno Xavier, Roger Pires, Yargo Gurjão e Felipe de Paula, Brasil, 2020, 80 min.

Grupos de jovens vindos da periferia de Fortaleza se reúnem para uma competição de dança: a Swingueira. Inspiradas pelo pagode baiano, equipes se formam e, com muito gingado e determinação, buscam sair vitoriosas nos campeonatos. Para além da vontade de vencer, cada jovem traz sua própria história de vida e aspirações pessoais. Esta dançante e, muitas vezes, comovente história nos é contada pelos componentes das equipes.

Toada para José Siqueira

Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques, Brasil,2021, 131 min

José de Lima Siqueira nasceu no alto sertão paraibano e lá teve sua iniciação musical. Anos depois, foi para o Rio de Janeiro, para estudar composição e regência, e acabou fundando a Orquestra Sinfônica Brasileira. Além de compositor e regente, ele era um pesquisador das raízes musicais do Brasil, tendo registrado e utilizado em suas composições elementos de música dos povos originários, assim como dos negros escravizados. Por sua relação com a antiga União Soviética, seu legado foi “esquecido” após o golpe militar de 1964. Sua história é trazida, através de um extenso e minucioso levantamento de arquivos, pelos diretores Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques.

Mostra Brasil

Brincando com Maracatu

Mike Filippov, Canadá, Brasil, 2021, 72 min

O diretor canadense Mike Filippov nos traz a história de Aline Morales. Mineira, vivendo no Canadá, ela é uma das principais difusoras do Maracatu em Toronto. Uma viagem a Recife, encontrando membros do Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife, leva Aline e suas companheiras de viagem a uma profunda reflexão sobre os diversos aspectos deste gênero, para além da música.

Filme Hõkrepöj

Carlos Nacimbeni, Brasil 2021, 93 min.

Um mergulho profundo na música contemporânea brasileira. Tendo como guias a compositora, antropóloga e etnomusicóloga Kilza Setti e o núcleo Hésperides Música das Américas, o diretor Carlos Nascimbeni nos leva a um mundo onde a música contemporânea, os povos Guarani e Timbira, a colonização da América e profissões poéticas se encontram.

Gritando!

Alexandre Mapa, Brasil, 2021, 52 min.

Há muita gente que diz que um bom filme tem que ter drama, morte e brigas. Pois bem, Gritando! nos traz tudo isso. Gritando HC é uma das principais referências do hardcore brasileiro. Surgida na zona norte de São Paulo em 1994, a banda sobreviveu à morte de seu fundador, Donald, e até hoje carrega a bandeira HC.

Histórias e Rimas – O Filme

Rodrigo Giannetto, Brasil, 2019, 84 min

Ao longo de mais de uma década, o diretor Rodrigo Giannetto colheu depoimentos dos principais nomes do hip hop brasileiro. Com participação de Thaíde, DJ Hum, Mano Brown, Karol Conká, MC Sophia, Dexter, Emicida, Marcelo D2, Projota e muitos outros, o filme é mais do que um encontro entre gerações, é um mapa de onde veio e para onde vai o gênero no Brasil.

Speedfreak$: Psicopata camarada

Rafa Porto, Brasil, 2021, 45 min.

A história de um dos principais rappers do país é contada através de entrevistas exclusivas e materiais raros e inéditos. O documentário mergulha em fragmentos da vida e da obra de Cláudio Márcio de Sousa Santos, o Speedfreak$, para nos oferecer uma experiência visual e musical digna de seu legado.

Todas as Melodias

Marco Abujamra, Brasil, 2020, 90 min.

Cantor e compositor de originalidade desconcertante, Luiz Melodia (1951-2017) escreveu seu nome entre os maiores artistas da música brasileira de todos os tempos. Com imagens de arquivo e depoimentos de quem conviveu e trabalhou com ele, incluindo sua companheira Jane Reis, acompanhamos Melodia desde a juventude no morro do Estácio até a sua consagração como poeta.

Uma Banda Made in Brazil

Egler Cordeiro, Brasil, 2017, 93 min.

A banda paulistana Made in Brazil está no Guinness: é o grupo com o maior número de formações na história do rock mundial. Também, não é à toa, desde o final dos anos 1960, os irmãos Oswaldo e Celso Vecchioni já dividiram palcos e estúdios com mais de 200 agrupamentos de músicos diferentes. Uma história recheada de rock’n’roll, um pouco de drogas e muito amor à música.

Ventos que Sopram – Maranhão

Neto Borges, Brasil, 2021, 80 min.

Zeca Baleiro nos guia nesta viagem musical a seu estado natal. Com depoimentos e performances de artistas locais de diversos gêneros musicais, descobrimos um painel sonoro pulsante e pouco explorado. Entre localizações emblemáticas e parcerias musicais inéditas, o filme nos leva ao cálido som do Maranhão.

Curtas Brasileiros

Anti-Corpos – Pieces of Queer Tour

Brunella Martina, Brasil, 2020, 20 min.

A banda Anti-Corpos volta de Berlim para fazer uma excursão pelo Brasil com um objetivo claro: posicionar-se politicamente em tempos que o país flerta com ideais reacionários.

Esse é o meu corre

Arcelino Batista dos Santos, Brasil, 2019, 23 min.

Naelson sonha em viver de rap, mas para alcançar seu objetivo, vende balas em ônibus no Distrito Federal, corta cabelos na garagem de sua mãe e ainda trabalha à noite em uma distribuidora de bebidas.

João Bosco e Aldir Blanc. Parceria é isso aí.

Pedro Pontes, Brasil, 2021, 18 min.

João Bosco e Aldir Blanc construíram uma das mais sólidas parcerias musicais do país. Neste curta metragem, vemos João visitando a casa de Aldir para apresentar uma nova canção. Juntos, eles relembram sua trajetória de 40 anos repletas de canções que estão na memória dos brasileiros.

Noite de Seresta

Sávio Fernandes e Muniz Filho, Brasil, 2019, 19 min.

Katia Blander tem um trabalho importante nas noites de sexta-feira: ela é responsável por animar os karaokês da cidade, quebrando o gelo e incentivando os frequentadores a assumir o microfone.

Raízes – Um piano na Amazônia

Carla Ruaro, João Santos e Tatiana Cobbett, Brasil, 2018, 29 min.

A pianista Carla Ruaro e sua equipe partem em uma missão: içar um piano em um barco e atravessar a Amazônia, para visitar comunidades ribeirinhas e proporcionar a seus moradores um primeiro contato com o instrumento.

Shirá

Ary Diesendruck, Brasil, 2021, 27 min

O ano é 1812. Em uma pequena cidade no interior da Ucrânia, o rabino Nachman de Breslav pede, em seu leito de morte, que seus seguidores se reúnam no Ano Novo Judaico para celebrar a alegria pois “o judaísmo só é pleno com alegria”. Aqui acompanhamos uma dessas reuniões, onde milhares de judeus se reúnem em festa e muita música.

Tambor ou Bola

Sérgio Onofre, Brasil, 2019, 24 min.

O percussionista quilombola, Wilson Santos é fundador da Orquestra de Tambores e dedica parte de sua vida à música e ao trabalho de difusão da percussão popular como ferramenta para inserção social de jovens da periferia.

Texas Carlos Massacre

Gurcius Gewdner, Brasil, 2021, 35 min.

Orientado por seu médico (ou seria por vozes em sua cabeça?), um jovem diretor recebe uma missão: ir até o Texas para fazer um roadmovie abstrato (“Filma sem foco! Foco é coisa de recalcado!”) sobre o Housecore Horror Festival of Film and Music, festival que reúne cinema e música extrema.

A Viagem de Ebrima

Iago Seoane, Rudá Rosa, Portugal, 2019, 14 min.

Mbye Ebrima nasceu na Gâmbia e vive em Lisboa. Membro de uma dinastia griô, ele usa seu instrumento, a kora, para transmitir o conhecimento adquirido através de gerações e gerações de griôs. Para cumprir sua missão, ele cria um festival para difundir o instrumento e também reflete sobre a condição de imigrante.

Sessão Especial

Você não sabe quem eu sou

Alexandre Petillo, Rodrigo Cardoso e Rogério Corrêa, Brasil, 2018, 120 min

Nasi sempre foi um cara controverso. Desde seus tempos de Ira! no início dos anos 1980, seu nome figura entre os mais talentosos e também mais encrenqueiros da cena brasileira. Os diretores  acompanharam o artista durante quatro anos para tentar entender o personagem. Dentro desse período de tempo, podemos ver o fim da sua fase mais “agressiva”, o início da era “paz e amor” e o duro processo que o levou a fazer as pazes com seu parceiro Edgard Scandurra.

Panorama Mundial

Mostra Docs Internacionais

7 Years of Lukas Graham

René Sascha Johannsen, Dinamarca, 2021, 77 min.

Com o hit “7 Years”, a banda dinamarquesa Lukas Graham alcança o sucesso mundial e seu vocalista e letrista, Lukas Forchhammer, conquista tudo o que queria: um contrato com uma grande gravadora, a parceria de grandes compositores, como Morten Ristorp e Don Stefano, ouvir sua música tocando nos cinco continentes e, por fim, se apresentar nos palcos mais celebrados do planeta. Em meio a tudo isso, Lukas se torna pai pela primeira vez. Para quem olha de fora, tudo parece um sonho. Mas, vista de dentro, a coisa muda de figura.

All I Can Say

Danny Clinch, Taryn Gould, Colleen Hennessy, Shannon Hoon, Estados Unidos, 2019, 102 min.

Antes dos celulares com câmeras integradas e do exibicionismo online massivo, existiam os “videoamadores“. Shannon Hoon, vocalista da banda Blind Melon, foi um deles e gravou seu dia a dia entre 1990 e 1995. Este filme mergulha nessas fitas e, em ordem cronológica, reúne uma impressionante crônica em primeira pessoa da vida daquele garoto de Indiana que chegaria ao estrelato. Restos de sua família e vida sentimental, a mudança para Los Angeles, o sucesso repentino, as turnês exaustivas, sua paternidade, as drogas pesadas … O confessionário de um jovem inquieto e impulsivo em um mundo em transição.

American Rapstar

Justin Staple, Estados Unidos, 2020, 73 min.

O mundo do rap não é mais o que era. Enquanto a velha guarda de músicos procura se reinventar para continuar suas carreiras, os recém-chegados aproveitam tranquilamente o que já foi conquistado por outros. Adolescentes – emancipados ou acompanhados muito de longe por seus pais – assinam contratos milionários, desfilam roupas caras e levam na mochila um bom punhado de drogas. Eles formam a geração “cara tatuada”, e mandam e desmandam no mercado, deixando seus antecessores simplesmente perplexos.

Contradict

Peter Guyer e Thomas Burkhalter, Suíça, 2020, 89 min.

Em Accra, capital de Gana, um grupo de jovens músicos se reúne para compor e produzir. Misturando o Hip-Hop, a música eletrônica, o dub e o pop, nomes como M3NSA, Wanlov The Kubolor, Adomaa, Worlasi, Akan, Mutombo Da Poet e Poetra Asantewa usam a criatividade e a energia de quem tem o futuro pela frente para burilar suas produções musicais e propor soluções para o mundo. Se posicionando politicamente e questionando os valores do século 21, eles têm os pés e os olhos cravados na África, mas falam uma linguagem universal.

Crock of Gold: A Few Rounds with Shane MacGowan

Julien Temple, Reino Unido, 2020, 124 min.

Johnny Depp (aqui como produtor) e Julien Temple (diretor) se unem para tomar umas e fazer uma homenagem ao líder e vocalista da banda irlandesa The Pogues, Shane MacGowan. Entre litros de bebidas, imagens de arquivo e algumas entrevistas, eles repassam a vida do músico e uma carreira que sempre oscilou entre o êxito e o fracasso. Misturando a música tradicional da Irlanda com boas doses de punk rock, sua trajetória foi marcada pelo sucesso e pela dependência ao álcool. Hoje, enfiado em uma cadeira de rodas e abraçado a uma garrafa de gin, Shane conta o que lembra.

Don’t go gentle – a film about the IDLES

Mark Archer, Reino Unido, 2020, 75 min.

A banda inglesa IDLES é um fenômeno recente e alcançou o sucesso com seu primeiro disco, em 2017, depois de anos e anos “soando terrivelmente mal” nos porões de suas casas, como admitem os membros da formação. Hoje, vivem na estrada, de palco em palco, de hotel em hotel, de viagem em viagem. Entre tantas novidades e correrias, é fácil que as coisas saiam do lugar. Don’t Go Gentle é um filme sobre como encontrar força na vulnerabilidade.

Faith & Branko

Catherine Harte, Sérvia e Reino Unido, 2020, 82 min.

Faith é inglesa, toca acordeão e estuda a cultura cigana. Em sua passagem pela Sérvia, ela se apaixona por Branko, um violinista muito talentoso que nunca saiu de sua região e que vive com sua família. Mas é depois do casamento que a vida realmente começa. Desse choque cultural nascem músicas incríveis, situações inusitadas e dilemas existenciais.

Fanny: The Right to Rock

Bobbi Jo Hart, Canadá, 2021, 96 min.

A banda Fanny quase estourou, mas teve gente que achou melhor que isso não acontecesse. Formada pelas irmãs filipinas Jean e June Millington, que se mudaram para a Califórnia com os pais, a formação compunha, tocava e produzia suas próprias canções, lançadas por uma gravadora independente no início dos anos 1970. Seu rock sofisticado e suave chamou a atenção de David Bowie, que quis apadrinhá-las. Mas o showbiz está cheio de maus entendidos e preconceitos.

It’s yours: a story of Hip Hop and the Internet

Marguerite de Bourgoing, Estados Unidos, 2020, 74 min.

No início deste século, as vendas de hip hop atingiram picos históricos, mas a grande indústria da música ainda detinha a chave para o negócio. Este filme ágil e ilustrativo com tom jornalístico conta como uma nova geração soube aproveitar o surgimento da internet e das redes sociais para desenvolver suas carreiras através de “likes” e mixtapes. A partir de casos como os de Wiz Khalifa, Lil B, Odd Future, The Internet, Syd, Action Bronson ou Curren$y, o documentário aborda não só a música mas também economia, tecnologia, novos métodos de trabalho e ativismo social. Em contraponto B-Real (Cypress Hill) e Chuck D (Public Enemy) representam a geração anterior. “It’s yours” é um primeiro passo para entender uma mudança ainda em andamento.

Metal: A Headbanger’s Journey

Sam Dunn, Scot McFadyen e Jessica Joy Wise, Canadá, 2005, 96 min.

O antropólogo canadense Sam Dunn decidiu fazer sua pesquisa em torno do heavy metal. Afinal, por que milhões de pessoas ouvem um determinado estilo de música, se vestem de uma forma determinada e tem seus próprios códigos de comportamento? Deste longa de investigação nasce um dos filmes mais celebrados do universo metaleiro. Sua história e sua evolução musical se confundem com a história do rock e da juventude das últimas cinco décadas. Tom Araya, Alice Cooper, Bruce Dickinson, Ronnie James Dio entre tantos outros falam sobre a música e o estilo de vida que influenciou gerações e gerações.

Moby Doc

Rob Gordon Bralver, Estados Unidos, 2021, 92 min.

Moby é um cara conhecido no mundo inteiro e já passou por diversas fases. Da infância solitária nos subúrbios de Nova York aos maiores palcos do mundo, ele rodou um bocado. E não necessariamente para frente. Seus devaneios, vícios e a vida de popstar, assim como seus acertos e convicções são aqui retratados por ele e à sua maneira: Moby sendo Moby.

Pakko Huutaa

Kati Grönholm, Finlândia, 2019, 56 min.

Para quem não sabe, o heavy metal é tido como patrimônio imaterial da Finlândia, já que o gênero se popularizou por seu caráter forte e facilmente identificável com traços da cultura local. Quando os não iniciados começam a estudar as letras e aprender sobre o mundo do metal, algo inusitado e interessante se revela: os burburinhos mais altos às vezes são os mais suaves.

Phil Lynott: Songs For While I’m Away

Emer Reynolds, Irlanda, 2020, 112 min.

Phil Lynott sempre foi um cara diferenciado. Filho de pai guianês e mãe irlandesa, nasceu na Inglaterra mas cresceu na Irlanda, com sua família materna, depois de ter sido abandonado pelo pai quando tinha apenas 3 semanas de vida. Negro rodeado de brancos por todos os lados, Phil viveu na juventude a febre dos anos 1960 e se entregou ao rock and roll. À frente do grupo Thin Lizzy, emplacou grandes sucessos, como “The boys are back in town”, “Dancing in the moonlight”, “Whiskey in jar”, entre tantos outros. Songs For While I’m Away conta sua história, entrevista os amigos, familiares e parceiros, recupera material nunca visto e celebra o talento e o legado de Phil.

Poly Styrene: I Am a Cliché

Celeste Bell e Paul Sng, Reino Unido, 2021, 89 min.

“Algumas pessoas acham que as garotinhas existem para serem vistas, e não escutadas. Eu digo: Nada de amarras!” É com esse grito que Poly Styrene abre o emblemático disco da banda X-Ray Spex e que se converteu num símbolo de sua geração. Neste filme, sua filha nos apresenta uma caixa com as memórias de Poly e nos revela aspectos poucos conhecidos de sua vida. Um filme delicado em sua abordagem e que contrasta com a atitude punk e contestadora de sua protagonista, falecida em 2011.

Rockfield: a fazenda do rock

Hannah Berryman, Reino Unido, 2020, 91 min.

O filme conta a história de uma simpática família de fazendeiros no interior do País de Gales que conseguiu montar – enquanto ordenhava vacas e ovelhas – um estúdio de gravação capaz de competir com o lendário Abbey Road, de Londres. Com um grande senso de humor, os Ward e os músicos que por ali passaram contam esta divertida história. Lá aconteceu de tudo: Ozzy Osbourne correndo desenfreado com uma espingarda na mão, Freddy Mercury dando os toques finais em “Bohemian Rhapsody”, Lemmy Kilmister fazendo das suas, Oasis encontrando seu “Wonderwall”, The Stone Roses ficando para morar e tantas outras lendas.

Sisters with Transistors

Lisa Rovner, Reino Unido, 2020, 82 min.

A música eletroacústica sempre teve forte presença feminina. Desde o início, nas primeiras décadas do século 20, as artistas femininas se destacaram e trilharam novos caminhos criativos e sonoros. Este filme reúne mulheres pioneiras que deram outra dimensão para a música em diferentes momentos da história, tais como Bebe Barron, Pauline Oliveros, Maryanne Amacher, Eliane Radigue, Delia Derbyshire, Daphne Oram, Laurie Spiegel, Suzanne Ciani.

Suzi Q

Liam Firmager, Australia, 2019, 99 min.

A imagem você já conhece: foto em branco e preto de uma jovem garota, vestindo um macacão de couro, empunhado um baixo elétrico e gritando ao microfone. Pois é, esta garota é Suzi Quatro. Pioneira como líder da banda num gênero infestado de machões, o rock pesado, ela se transformou em um ícone. Com seu rock simples e cheio de atitude, ela apontou o caminho para Joan Jett, Kathleen Hanna entre tantas outras que a reverenciam até hoje.

The Go-go’s

Alison Ellwood, Estados Unidos, 2020, 97 min.

Para quem se lembra que a banda The Go-go’s se apresentou no Rock In Rio de 1985 e nada mais, temos uma ótima notícia: o grupo é muito interessante e sua história está cheia de detalhes pitorescos. Elas começaram no exato momento em que o punk se misturava com a new wave e destilaram o melhor dos dois mundos: canções simples e pegajosas, cores vivas e atitude irreverente. Em pouco tempo, estavam dividindo palco com grandes nomes da cena californiana. Mas dos bares de Sunset Strip até o palco da Cidade do Rock, onde estavam quase separadas, apenas cumprindo contrato, muita coisa aconteceu. Muita mesmo!

The Rise of the Synths

Iván Castell, 2019, Espanha, 90 min.

Esta é a história do synthwave, uma corrente eletrônica underground inspirada em certas trilhas sonoras do cinema americano (como Halloween, Terminator, Rocky) e o imaginário dos anos 80. Um gênero que graças ao filme Drive e à série Stranger Things tem alcançado um  grande público. Nesta cena, jovens músicos sentem saudades de tempos que não viveram, mas se aventuram em uma reapropriação única e criativa, sem líderes ou protagonistas. O filme acompanha um grupo de compositores de diversos países que no século 21, e com a ajuda do MySpace e de outras redes sociais, criaram todo um cenário de música alternativa.

The Rumba Kings

Alan Brain, Peru, 2021, 94 min.

A rumba é parte da identidade cultural do Congo. Sua criação e evolução se misturam com a história de seu povo, que celebrou sua independência em 1960 ao som dos melhores músicos do país. Além de dançante, a rumba congolesa (ou soukous) é muito sofisticada em sua execução. A existência de uma terceira guitarra, unindo a base harmônica com a solista, é digna de nota. The Rumba Kings envolve o espectador com um arquivo precioso de fotos, vídeos, gravações e entrevistas. Aviso: Impossível ficar parado.

TOPOWA! Never Give Up

Inigo Gilmore e Philip Sansom, Reino Unido, 2020, 83 min.

Doze jovens professores fazem parte do projeto Brass For Africa em Katwe, no subúrbio de Kampala, capital de Uganda. Um projeto que, além de educar as crianças da comunidade, também tem sua própria banda. E que banda! Através do contato com ONGs, eles são convidados para tocar na Inglaterra. Este filme acompanha esta viagem e o olhar de quem sai de um entorno rural pela primeira vez e vai direto para uma das grandes capitais do mundo, onde realizam o sonho de tocar com ninguém menos que Wynton Marsalis.

Yo Volveré a Triunfar

Gabriel Gallardo e Heidy Iareski, Chile, 2019, 80 min.

O chileno Jorge Farías morreu em 2007 de complicações hepáticas. Cantou e bebeu durante toda sua vida, não importando se fosse no mais luxuoso teatro ou no bar de pior reputação da cidade. El Negro Farías, como era conhecido, gostava mesmo era da boemia. Depois de sua morte, os amigos e fãs se reúnem para instalar uma estátua em sua memória na praça Echaurren (Valparaíso), em frente ao restaurante onde ele cantava nas horas vagas. Poderia ser uma história banal, mas a epopeia da estátua é cheia de situações cômicas e inusitadas. Dignas da lenda de seu homenageado.

Homenagem D.A. Pennebaker

Dont Look Back

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1967, 90 min.

Dont Look Back (sim, sem apóstrofe) é considerado um dos documentários musicais mais revolucionários de todos os tempos. Aqui, o diretor D. A. Pennebaker acompanha Bob Dylan durante sua turnê pela Inglaterra em 1965 e capta momentos da intimidade do artista que nunca mais voltaríamos a ver. Entre camarins, hotéis, entrevistas e deslocamentos, a câmera registra momentos espontâneos e retrata situações inusitadas que viraram uma referência no mundo do cinema. Com apenas 23 anos na época das filmagens, Dylan já tinha desenvolvido seu estilo próprio de lidar com a imprensa e com o público, o que rende muito pano pra manga.

Monterey Pop

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1968, 78 min.

O festival Monterey Pop realizado em 1967 é considerado por muitos o precursor dos festivais de música tal como os conhecemos hoje em dia. Com uma escalação de fazer suspirar qualquer amante da música pop, o evento reuniu 50 mil pessoas para ver artistas que estavam aparecendo naquele momento, como Jimi Hendrix e Janis Joplin, e estrelas já estabelecidas no cenário do rock, como The Who, entre tantos outros. Neste filme, o diretor D. A. Pennebaker registra os incríveis shows e conversa com o público para captar a emoção desta experiência pioneira.

Alice Cooper

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1970, 15 min.

O registro da lendária banda Alice Cooper no início de sua carreira. Um show comovente e selvagem que virou uma de suas marcas registradas.

Daybreak Express

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1953, 5 min.

Um passeio na agora demolida IRT Third Avenue Line (“Third Avenue El”), na cidade de Nova York, em 1953. Filmado em 16mm por D. A. Pennebaker, com música de Duke Ellington, é uma das primeiras obras da carreira do diretor.

Lambert and Co

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1964, 15 min.

Dave Lambert era um músico jazz mais velho e muito independente. Quando Pennebaker o conheceu, ele tinha uma sessão marcada com a RCA e o cineasta foi acompanhá-lo. No fim das contas, a gravadora decidiu não ir em frente com o projeto e limpou as fitas. Mas o registro ficou para a posteridade e ajudou a manter viva a chama de músico que morreu pouco depois da gravação.

Little Richard

D. A. Pennebaker, Estados Unidos, 1970, 28 min.

Depois da dissolução dos Beatles, John Lennon montou um grande show em Toronto com alguns dos seus ídolos. Entre eles, estava o verdadeiro rei do rock, Little Richards. Nesta performance extasiante, vemos por que sua lenda nunca parou de crescer.

Programação Paralela

Debates Internacionais

Homenagem a D. A. Pennebaker (18/6, 20h)

André Barcinski conversa com Chris Hegedus, viúva e parceira artística do diretor, sobre a obra do documentarista, em especial, o início de sua carreira, muito ligado à documentação da música popular.

Headbangers: uma viagem pelos corações e mentes do universo do metal (22/6, 20h)

Gastão Moreira conversa com o canadense Sam Dunn, diretor de “Metal: A Headbanger’s Journey” e de vários outros documentários dedicados à cultura do heavy metal e a bandas emblemáticas do gênero, como Rush, ZZ Top, Iron Maiden, entre outras.

Master Class

O Documentário Musical, com Marcelo Machado (22/6, 17h)

O diretor de “Tropicália”, “Com a Palavra, Arnaldo Antunes” e “O Piano que Conversa”, entre outros títulos, dá uma aula sobre as diferentes vertentes do documentário musical, apresentadas e discutidas a partir de sua própria obra.

Debates – Competição Nacional (disponíveis a partir de 17/6)

Alzira E – Aquilo que eu nunca perdi

Andrea Pasquini, da equipe de curadoria do festival, conversa com Marina Thomé, diretora do filme.

Canto de família

Maurício Gaia, da equipe de curadoria do festival, conversa com Paula Bessa Braz e Mihai Andrei Leaha, diretores do filme.

Chico Mário – A Melodia da Liberdade

Andrea Pasquini, da equipe de curadoria do festival, conversa com Silvio Tendler, diretor do filme.

Dois tempos

Maurício Gaia, da equipe de curadoria do festival, conversa com Pablo Francischelli, diretor, e Caio Jobim, produtor do filme.

Jair Rodrigues – Deixa que Digam

José Antonio Algodoal, da equipe de curadoria do festival, conversa com Rubens Rewald, diretor do filme.

Paulo César Pinheiro – Letra e Alma

Andrea Pasquini, da equipe de curadoria do festival, conversa com Andrea Prates e Cleisson Vidal, diretores do filme.

Secos & Molhados

Marcelo Aliche, diretor artístico do festival, conversa com Otávio Juliano, diretor do filme.

Swingueira

José Antonio Algodoal, da equipe de curadoria do festival, conversa com Bruno XavierRoger PiresYargo Gurjão e Felipe de Paula, diretores do filme.

Toada para José Siqueira

Marcelo Aliche, diretor artístico do festival, conversa com Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques, diretores do filme.

Debates – Mostra Brasil (disponíveis a partir de 19/6)

Brincando com Maracatu

Maurício Gaia, da equipe de curadoria do festival, conversa com Mike Filippov, diretor do filme.

Filme Hõkrepöj

Maurício Gaia, da equipe de curadoria do festival, conversa com Carlos Nacimbeni, diretor do filme.

Gritando!

Andrea Pasquini, da equipe de curadoria do festival, conversa com Alexandre Mapa, diretor do filme.

Histórias e rimas – O Filme

José Antonio Algodoal, da equipe de curadoria do festival, conversa com Rodrigo Giannetto, diretor do filme.

Speedfreak$: Psicopata Camarada

Marcelo Aliche, diretor artístico do festival, conversa com Rafa Porto,  diretor do filme.

Todas as Melodias

Marcelo Aliche, diretor artístico do festival, conversa com Marco Abujamra,  diretor, e Mariana Marinho, produtora e codiretora do filme.

Uma banda Made in Brazil

José Antonio Algodoal, da equipe de curadoria do festival, conversa com Egler Cordeiro, diretor do filme.

Ventos que Sopram – Maranhão

Andrea Pasquini, da equipe de curadoria do festival, conversa com Neto Borges, diretor do filme.

Bate Papo Especial

Você Não Sabe Quem Eu Sou (17/6, 20h)

Marcelo Aliche, diretor artístico do festival, conversa com Alexandre Petillo, diretor, e com o cantor e compositor Nasi, protagonista do documentário “Você Não Sabe Quem Eu Sou”, que fará seu lançamento nacional durante o festival.

Shows

NASI (17/6, 20h)

O cantor e compositor Nasi, vocalista da banda Ira! e protagonista do documentário “Você Não Sabe Quem Eu Sou”, apresenta um show especial para celebrar o lançamento nacional do filme, que ocorre durante o festival.

ALZIRA E (19/6, 20h)

A cantora e compositora se junta ao baixista Marcelo Dworecki para uma apresentação exclusiva, em comemoração à pré-estreia nacional do longa “Alzira E – Aquilo que nunca perdi”, programado para a Competição Nacional.

MADE IN BRAZIL (20/6, 17h)

A lendária banda Made in Brazil, uma das mais longevas do rock nacional, se reúne para uma apresentação exclusiva, celebrando a estreia do longa “Uma banda Made in Brazil”, programado para a Mostra Brasil.

GRITANDO HC (21/6, 20h)

A banda hardcore que marcou a cena paulistana faz um show exclusivo, para celebrar a estreia do longa “Gritando!”, programado para a Mostra Brasil.

DJ HUM e CONVIDADOS (23/6, 20h)

Um dos pioneiros do hip hop, DJ Hum recebe parceiros para homenagear o gênero, na estreia do longa “Histórias e Rimas”, programado para a Mostra Brasil.

JOÃO RICARDO (26/6, 20h)

O criador do grupo Secos e Molhados, faz uma apresentação intimista, acompanhado apenas de seu violão, com espaço para pedidos do público. O show celebra a estreia nacional do longa “Secos e Molhados”, programado para a Competição Nacional.

Homenagens Musicais

MAESTRO JOSÉ SIQUEIRA (24/6, 20h)

Os diretores do filme “Toada para José Siqueira” recebem músicos e pesquisadores ligados à obra do maestro e compositor paraibano para apresentar peças inéditas, recém recuperadas de seu acervo pessoal.

SPEEDFREAK$ (data e horário a confirmar)

Marcelo Aliche, diretor do festival, e Rafael Couto, diretor do filme “Speedfreak$: Psicopata Camarada” recebem músicos e parceiros ligados ao rapper carioca, para conversar sobre seu legado e apresentar canções e trilhas originais, criadas a partir de bases deixadas pelo artista.

PROGRAMAÇÃO PARALELA – DESTAQUES DIA A DIA

16/06_QUARTA-FEIRA

20h: Cerimônia de Abertura.

17/06_QUINTA-FEIRA

20h: Show e bate-papo com o cantor e compositor Nasi.

18/06_SEXTA-FEIRA

20h: Homenagem Pennebaker – Debate com André Barcinski e a diretora Chris Hegedus.

19/06_SÁBADO

20h: Show – Alzira E e Marcelo Dworecki.

20/06_DOMINGO

17h: Show – banda Made in Brazil.

21/06_SEGUNDA-FEIRA

20h: Show – banda Gritando HC.

22/06_TERÇA-FEIRA

17h: Master Class – Documentário Musical, com Marcelo Machado.

20h: Heavy Metal – Debate com Gastão Moreira e o diretor Sam Dunn.

23/06_QUARTA-FEIRA

19h: Debate CineSesc.

20h: Show – DJ Hum e Convidados – data a confirmar.

24/06_QUINTA-FEIRA

20h: Homenagem Musical – José Siqueira.

25/06_SEXTA-FEIRA

20h:  Homenagem Musical – Speedfreak$

26/06_SÁBADO

20h: Show – João Ricardo, voz e violão.

27/06_DOMINGO

17h: Cerimônia de Premiação e Encerramento.

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Lucas Lima
Bibliotecário, seriador, aspirante a fotógrafo, pseudocinéfilo e viciado em música pop.
Artigos: 8
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